(...) Quando não nos
sentimos bem em fazer o bem, não o façamos, outros o farão.
Nós não somos os únicos bons, salvadores, insubstituíveis.
Fazer o bem de forma malfeita é pior que não o fazer.
Quando deixamos de fazer algo, estamo-nos omitindo e,
assim, temos ocasião para nos questionar e nos avaliar.
Mas, quando fazemos o bem de forma malfeita, encobrimos
nossa consciência e consideramo-nos bons.
Portanto, é melhor refletir e assumir a nossa atitude não
agindo do que forçar uma atitude de compreensão, bondade, ajuda e, por causa
disso, tomar-se vítima e exigir reconhecimento.
Quando fazemos o bem buscando recompensa, para sermos
vistos ou valorizados e isso não acontece, caímos em depressão.
(…)
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