sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A Amizade...




A amizade é o sentimento que imanta as almas umas às outras, gerando alegria e bem-estar. 
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita de intercambiar as formas da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal. 
Inspiradora de coragem e de abnegação, a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas. 

Há, no mundo moderno, muita falta de amizade! 
O egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana.
O medo agride as almas e as infelicita.
A amizade apazigua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações. 


Na área dos amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.

Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.

Ela é meiga e paciente, vigilante e activa.
Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.

A amizade é fácil de ser vitalizada.
Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alma ou indiferente ao enlevo da sua fluidez.
Quando os impulsos sexuais do amor dos nubentes, passam, quase sempre, a amizade fica.
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.

A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.

Joanna de Angelis Divaldo P. Franco: Momentos de esperança


domingo, 11 de outubro de 2015


A Romã (Punica granatum, Punicaceae), nativa da Pérsia, é uma fruta comestível cultivada em países do Mediterrâneo, Afeganistão, Índia, China, Japão, Rússia, e em algumas partes dos Estados Unidos. As partes comestíveis da romã equivalem a 80% do peso total do fruto.  
É composta por carboidratos (açúcares) complexos e diversos minerais, como o potássio, nitrogênio, cálcio, magnésio, fósforo e sódio. Romã é sinônimo de antioxidantes ao que se refere à sua composição nutricional, sendo uma rica fonte de dois tipos de compostos polifenólicos com alto poder antioxidante: antocianinas, que dão a frutas e sucos sua cor vermelha; e taninos hidrolisáveis (como elagitaninos), que respondem por 92% da atividade antioxidante do fruto inteiro. Além disso, também é rica em vitamina C, vitamina E e coenzima Q10. Estudos já demonstraram que a atividade antioxidante de romã é maior do que a do vinho tinto e chá verde, chegando a uma atividade antioxidante três vezes maior do que o extrato de chá verde. 
Alguns estudos científicos tem reportado que a administração da combinação de compostos bioativos aumenta sua efetividade pelo sinergismo entre os compostos, como já comentado por aqui no artigo do licopeno. Como o fruto possui centenas de compostos diferentes, o consumo da fruta in natura é vantajoso, se comparado à ingestão de um composto específico.  

Efeitos protetores

Por ser uma excelente fonte de antioxidantes, o fruto destaca-se principalmente pelo papel de proteção cardiovascular, atividade neuroprotetora, efeito hipoglicêmico, e propriedades anticancerígenas. Além disso, tem importantes propriedades anti-inflamatórias e contra o envelhecimento (anti-aging), devido ao seu alto conteúdo antioxidante. 
A romã tem sido amplamente utilizada como um remédio contra a disenteria, infecções microbianas e helmíntica, diarreia e patologias respiratórias. Além disso, o sumo do fruto é considerado benéfico para o tratamento de cólicas, dor de cabeça, acne, dermatite alérgica, e tratamento de doenças orais. 
Há um número de estudos sobre romã e sua atividade antimicrobiana contra bactérias e vírus, com mecanismos de ação que incluem modificação do pH bacteriano e inibição do crescimento e sinalização de vírus, bem como redução da infecção e dano à estrutura viral. Porém, a aplicabilidade dos resultados na saúde humana é principalmente focada em doenças e infecções tópicas, como cavidade bucal ou pele. Em outros estudos, os elagitaninos presentes na romã apresentaram, também, uma atividade antifúngica.  

Ação contra H. pylori

Estudos científicos in vitro e in vivo realizados com toda a fruta ou apenas com partes (extrato da casca, flores e sumo) avaliaram a atividade contra o H. pylori e encontraram redução significativa do crescimento do patógeno, que é considerado agente etiológico principal da gastrite e do câncer de estômago. O ácido elágico, um elagitanino, foi o principal responsável por este efeito, atribuído ao efeito inibitório sobre ácido gástrico e enzimas.  

Ação anti-inflamatória

Diferentes preparações de romã, incluindo extratos de cascas, flores e sementes mostram uma atividade anti-inflamatória significativa no intestino, devido à inibição da expressão e secreção de vários mediadores inflamatórios.  
A romã também tem demonstrado efeito na inibição de processo inflamatório de artrite reumatoide e doença inflamatória óssea, por diferentes mecanismos, dentre eles a inibição de citocinas pró-inflamatórias.  

Ação anticancerígena

Estudos sugerem que o consumo de romã pode retardar a progressão do câncer de próstata, o que pode prolongar a sobrevida e a qualidade de vida dos pacientes. Isso porque seus componentes interferem em vários processos biológicos envolvidos no crescimento tumoral, angiogênese e metástase do câncer de próstata. 
O extrato da romã demonstrou ser eficaz, também, contra câncer de mama, pulmão, cólon e pele. No entanto, mais estudos controlados são necessários, de modo a padronizar as quantidades do extrato ou de sumo a serem consumidas, e se esse consumo poderá ser utilizado como terapia contra o câncer. Até o momento, essa fruta auxiliaria na prevenção desses tipos de câncer. 
Os autores Schubert et al. Demonstraram em publicação de 1999 que o óleo de sementes de romã e os polifenóis do sumo retardam a oxidação e a síntese de prostaglandina, que inibe a proliferação e invasão de células de câncer de mama, promovendo sua morte celular.  

Ação antiaterogênica

Todos os efeitos antioxidantes e antiaterogênicos da romã já estão bem estabelecidos através de estudos em humanos.  
Diversos estudos têm descrito os efeitos protetores da romã sobre o sistema cardiovascular, incluindo redução do LDL-c ("colesterol ruim"), redução da pressão arterial e aumento da síntese de óxido nítrico endotelial, além de inibir stress oxidativo. 
Segundo um estudo, a suplementação dietética de suco de romã para pacientes em processo de aterosclerose inibiu o desenvolvimento de lesões ateroscleróticas, pela proteção contra a oxidação do LDL-c. 
A romã é uma fonte de alguns antioxidantes muito potentes (taninos, antocianinas) que são considerados potentes agentes antiaterogênicos. A combinação dos vários tipos de polifenóis fornece um espectro muito mais amplo de ação contra vários tipos de radicais livres, impactando no desenvolvimento da aterosclerose e seus consequentes eventos cardiovasculares.  

Previne infecção intestinal

Diversos estudos demonstram uma forte interação entre a microbiota intestinal e polifenóis da romã, como o ácido elágico, que são metabolizados pela microbiota intestinal. Estes metabólitos poderiam modular a microbiota intestinal, aumentando o crescimento de bactérias benéficas e evitando infecção intestinal. Além disso, uma microflora intestinal equilibrada é importante para as demais propriedades terapêuticas de romã.  

Armazenamento

Uma avaliação de antocianinas totais e compostos fenólicos no suco de romã armazenado a -25°C mostrou que as concentrações diminuíram após 20 dias, ou seja, o congelamento não preservou o valor nutricional do suco de romã por um período prolongado.  

Como consumir

Uma vez que a maioria dos compostos fenólicos presentes na romã estão localizados na casca, os sucos prensados contêm níveis abundantes de antioxidantes, apresentando maior poder contra os radicais livres. Já os sucos preparados a partir apenas do sumo da fruta possuem concentrações mínimas. 
O suco de romã ainda é a principal fonte de consumo da fruta, e possui maior concentração de polifenois em comparação a sucos naturais de outras frutas, como laranja, uva, cranberry, abacaxi, maçã, pêra e pêssego. 
Além disso, é comum o consumo de infusão das folhas ou casca da romã, principalmente para infecções da cavidade bucal. Outra opção é o consumo da fruta in natura. Apesar de não ser tão consumida, nessa forma a romã mantém todas as suas propriedades e benefícios ao organismo. 

Patricia Carvalho de Jesus 
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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Liberte-se dos metais pesados como o mercúrio: coma coentros!


Os coentros são bastante versáteis, podendo ser utilizados enquanto folha como erva aromática e enquanto sementes como especiaria depois de moídas.

 Pode e deve enriquecer os seus pratos principais e saladas com as especiarias e ervas aromáticas que forem do seu agrado. 
Conheça os benefícios de usar coentros: 

- Desintoxicação de metais pesados: as substâncias activas dos coentros permitem a desintoxicação de metais pesados como o chumbo, mercúrio ou alumínio. A excreção urinária destes metais aumenta com o aumento da ingestão de coentros. 
- Diminuição de estados inflamatórios. 

- Sendo antioxidante, é importante na prevenção de doenças. 

- Contém vitaminas e minerais como a vitamina C, vitamina K, vitamina C, potássio, magnésio… por isso use sem medo e não coloque só umas folhinhas. 

- Ajuda em casos de mal-estar gástrico (faça infusão de coentros), perda de apetite, flatulência, diarreia, hemorróidas, náuseas, infecções fúngicas e bacterianas; ansiedade e até pode ajudar a dormir melhor. 

Prefira as folhas frescas dos coentros ou as sementes que pode triturar em casa num almofariz antes de usar. Combinam bem com cominhos, hortelã fresca e alho. Deixam qualquer marinada deliciosa. 

Em termos de suplementação não há doses recomendadas estabelecidas. Por isso pode simplesmente aumentar o consumo de coentros enquanto alimento: 

- Pasta de coentros, misturando os coentros com cebola, azeite, amêndoas e um pouco de sal, por exemplo; - Pode juntar coentros ao seu sumo de frutas e legumes; - Coloque coentros nos seus cozinhados (sopas, caldeiradas, estufados, açordas) e coma-os, não os coloque de lado! 

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Indalécio Sanctus 


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Arroz doce

Arroz doce é bom e muito gostoso... Eu gosto...

De manhã ele pode servir para substituir parte do café da manhã ou pequeno almoço...
para melhor ser complementado pode-se comer ainda peça de  uma fruta ou tomar sumo natural de legumes...

Arroz doce é saudável se comido com moderação

Eis a receita que mais uso cá em casa...



Nota:
A fim de tornar esta receita de arroz doce mais saudável, por vezes dou-me ao trabalho de cozer arroz integral para substituir o arroz carolin,
e, para substiuir o leite de vaca, por vezes uso leite de cabra ou opto por utilizar bebida de soja, ou de amendõas ou de aveia e engrosso com um pouco de molho de culinária de soja...  

Caso se desejar a receita mais saudável ainda, poderá substituir-se a margarina vegetal corrente por manteiga (de vaca) ou por margarina de soja ou de girassol...

Bom apetite! ;)