"Concluímos
que o consumo crónico de cafeína (um bloqueador de receptores de
adenosina) é uma estratégia neuroprotetora em diferentes situações de
neurodegenerescência como doença de Alzheimer, stresse,
neuro-inflamação, encefalopatia diabética, epilepsia e perda de memória
com o envelhecimento"
(Rodrigo Cunha, investigador do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra)


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